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Empreendedorismo Criativo: A hora de reinventar. Coloque um filhote de tubarão em sua empresa

Coloque um filhote de tubarão em sua empresa.


Você que sempre foi empreendedor, apaixonado por empreendedorismo, quero te fazer um convite, para olhar para o empreendedorismo com forma criativa, uma nova forma de empreender.


O empreender do qual estávamos acostumados está ficando obsoleto, sendo ultrapassado por modelos, formas, metodologias, técnicas, ferramentas, que antes não dávamos valor.


Vejo que não é algo que desconhecemos, pelo contrário, esteve sempre presente entre nós, mas nunca nos importamos em buscar e aperfeiçoar essas técnicas, porque estávamos acomodados em nossa zona de conforto, porque não sentíamos ameaçados. O empreendedorismo mudou, a forma de empreender mudou. Agora, mais do que nunca precisamos nos reinventar, buscar nossas origens, aprender a nos conhecer, aprender a “enxergar” o outro como parceiro e não mais como empregado. Hoje as empresas que querem crescer estão buscando mais conhecimentos em gestão, administração e principalmente em marketing, de uma forma mais humanizada, valorizando muito mais o saber e a proatividade.


Empresas que querem ter sucesso, estão partindo para o modelo humanista, criativo, buscam parcerias, e estão valorizando o ser humano muito mais do que antes, por isso hoje é essencial ter autoconhecimento, explorar a inteligência emocional e espiritual, para entender melhor as pessoas e conseguir ter uma boa gestão.


Hoje buscamos crescer e levar nossos parceiros juntos conosco, pois é com a união de muitos que descobrimos como diminuir custos e aumentar nosso lucro. É uma nova forma de empreender, no qual nossos colaboradores precisam caminhar ao nosso lado e não atrás, como muitos empresários faziam antes.



Outra novidade nas pequenas empresas que querem crescer, é entender quanto mais você for transparente com seus colaboradores, mais eles entenderão o quanto é difícil e complicado manter uma empresa aberta, e o velho conceito dos funcionários que enquanto trabalham pesado “estamos enriquecendo o patrão”. Essa simples mudança de atitude poderá virar a chave, a mudar os pensamentos errôneos dos funcionários e automaticamente trazê-los para mais perto da sua missão e visão de futuro.


Se quisermos permanecer com nossas portas abertas e termos sucesso, precisamos entender que empresas são feitas de pessoas, que as pessoas são o maior patrimônio da empresa e que nossos primeiros clientes são os nossos colaboradores porque eles que venderão sua ideia, seu negócio, sua empresa, para seus clientes.


Precisamos aprender a vender primeiro para nossos colaboradores. Vender a nossa missão e a missão da empresa, nossa visão de futuro e nossos propósitos, sem esquecer de deixar muito claro os nossos valores pessoais e os valores da empresa, para que as pessoas que fazem parte da equipe de trabalho, que compõe o quadro de funcionários, saibam quem é realmente o dono da empresa, que se sintam seguros e confiantes, que saibam que naquela empresa dependerá de cada um e da união de todos, para que haja crescimento pessoal e profissional, e que nessa empresa, todos têm um plano de carreira definido, só dependerá do esforço e vontade de crescer.


Essa “abertura da empresa” de forma transparente para os colaboradores, irá promover confiança, segurança, estabilidade, motivação para seguir os passos da empresa e literalmente “vestir a camisa”. O “vestir a camisa da empresa”, sempre foi a pedra no sapato do empreendedor que sempre reclamou da falta de compromissos dos funcionários, da alta rotatividade, dos custos elevados de demissão, contratação e preparação de um novo funcionário.


Falo abertamente em minhas mentorias, estou confiante que a “virada de chave” nesse novo modelo de empreender, está justamente em novas formas de estudar. Esse é o Empreendedorismo Criativo que estou levantando a bandeira. Estudar- Estudar- Estudar e Estudar.



São quatro formas de estudar, para crescer com qualquer negócio.


Estudar a si mesmo


Quem você é realmente? O autoconhecimento mostrará a você seus pontos negativos que muitas vezes você não quer enxergar, e não quer trazer à tona. O autoconhecimento deixará claro suas virtudes e competências para você explorar novas oportunidades e ter sucesso. O autoconhecimento te ensinará que você tem defeitos sim, e aprenderá a assumir responsabilidades, deixando de buscar culpados para todas as coisas que não dão certo em sua vida ou na empresa. O autoconhecimento de ensinará a ser mais humano, mais confiante, mais persistente, mais sábio. Com isso, encontrará a inteligência emocional e espiritual e consequentemente, a harmonia.


Estudar seu negócio


Conhecendo suas competências, você saberá o que você gosta realmente de fazer por prazer, por amor, por um propósito, e não apenas visando lucro. O dinheiro é sempre consequência de um serviço bem-feito, por aquilo que você faz com amor.


Estudar o entorno


Estudar o entorno, significa estudar sua rua, seu bairro, sua cidade para saber se o que você quer abrir, é o que as pessoas estão buscando. Quando você faz esse estudo você saberá antecipadamente o que as pessoas estão precisando, estão buscando sanar um problema, uma falta, um desejo; então, você oferece a solução de um ou mais problemas e terá clientes satisfeitos e agradecidos. E por essa gratidão a você, ele voltará a comprar mais dos seus serviços e produtos. É o que nós chamamos de gatilho de reciprocidade, quando você vende muito mais e de forma mais fácil para as pessoas, porque essas pessoas sentem que você resolveu um problema para elas.


Estudar seu concorrente


Não corra do seu concorrente, pelo contrário esteja perto para saber o que ele está oferecendo, como ele faz e o que você poderá fazer melhor.

Nesse ponto acho que encaixa bem uma história que aprendi no Japão, em meus 14 anos de vida pela “Terra do Sol Nascente”. É uma história verdadeira de pescadores japoneses, mas que com o tempo foi adaptada como técnica de empreendedorismo.


Os japoneses são muito exigentes com a alimentação e principalmente com a qualidade e o sabor dos peixes. Como a pesca por lá é muito forte, e os peixes estão cada vez mais distantes da costa, é preciso viajar por dias para ter acesso aos grandes cardumes, para alimentar uma população que come peixe no café da manhã, almoço e jantar, praticamente todos os dias. Com as viagens mais longes e por longos dias, os peixes não chegavam frescos e com o sabor de antes. A solução foi construir navios ainda maiores e colocar tanques dentro dos contêineres para que os peixes chegassem vivos à costa. Não deu certo. Os peixes estavam frescos, mas o gosto não era dos melhores.


Descobriu-se então que, nos tanques, esses peixes ficavam parados, preguiçosos e inertes, pois tinham comida à vontade e sem predadores naturais, o que impactava diretamente no sabor de sua carne.

Qual foi a solução encontrada? Colocaram filhotes de tubarões dentro dos tanques, assim eles precisam "correr" para não serem engolidos pelos tubarões, e a carne dos peixes voltou a ficar firme e com sabor de fresco.


Como podemos analisar essa história?


Que todos nós precisamos às vezes colocar um filhote de tubarão em nosso tanque para nos tirar da zona de conforto, e as empresas, principalmente as líderes de mercado, precisam permanentemente de tubarões no tanque.


Coloque um filhote de tubarão em sua vida, em sua empresa!



Por Malu Iasuki- Coach Empresarial e Mentora em Negócios

Especialista em Gestão Produtiva e Lucratividade.





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